
Os fogos de artifício e pets são uma combinação que exige atenção redobrada dos tutores, especialmente durante as festas de Natal e Réveillon. O barulho intenso e imprevisível representa um risco real à saúde física e emocional de cães e gatos.
Segundo publicação do portal Universo do Seguro, veículo especializado em seguros, planos de saúde, economia e previdência, o tema foi abordado em artigo assinado por William Anthony, com contribuições de Luiz Gênova, CEO da APet – Plano de Saúde PET.
Fogos de artifício e pets: impacto no organismo
A audição dos animais é muito mais sensível do que a humana. Conforme explica Luiz Gênova, o som dos fogos ativa um instinto de sobrevivência, colocando o pet em “modo de fuga”, com liberação intensa de adrenalina e cortisol.
Entre os principais sinais de alerta estão tremores, respiração ofegante, salivação excessiva, tentativas de fuga, destruição de objetos e perda do controle das necessidades fisiológicas.
Fogos de artifício e pets e os riscos à saúde
O estresse causado pelos fogos não é apenas emocional. Ele pode provocar taquicardia, crises convulsivas, distúrbios gastrointestinais e, em situações extremas, até infarto. Outro ponto de atenção é o risco de o trauma evoluir para uma fobia sonora permanente.
Filhotes, animais idosos, pets resgatados e raças pequenas costumam ser os mais vulneráveis.
Fogos de artifício e pets: como prevenir
Algumas medidas simples fazem toda a diferença:
– Criar um refúgio seguro, como uma “toca” confortável
– Utilizar música relaxante ou TV para abafar os ruídos externos
– Manter portas e janelas fechadas para evitar fugas
– Buscar orientação veterinária antecipada, inclusive por teleconsulta
O planejamento é a melhor forma de proteger o animal e garantir tranquilidade para toda a família.
Para um pet, enfrentar fogos sem preparo é como um humano no epicentro de um terremoto imprevisível: o corpo reage ao perigo e a prioridade passa a ser apenas sobreviver.
Cuidar é antecipar. E a APet está ao lado dos tutores em todos os momentos. 🐾💙
